Poema Naufrágio / Caminhamos e há um barco que a febre das águas arruína. Na praia o ferro, a madeira destroçada. Marinheiros engolidos sem epitáfio. Dos homens afagados em portos intranquilos perde-se a memória. Paz aos seus amores afogados. Caminhamos. Olho este rasto na areia - apenas marcas, o peso da infelicidade. Organizo os sinais dessa desordem ou, por entre uma chuva de histórias maceradas, cedo à dor que rima com os teus passos?
Sinopse
Poema Naufrágio / Caminhamos e há um barco que a febre das águas arruína. Na praia o ferro, a madeira destroçada. Marinheiros engolidos sem epitáfio. Dos homens afagados em portos intranquilos perde-se a memória. Paz aos seus amores afogados. Caminhamos. Olho este rasto na areia - apenas marcas, o peso da infelicidade. Organizo os sinais dessa desordem ou, por entre uma chuva de histórias maceradas, cedo à dor que rima com os teus passos?Ficha Técnica
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