A artilharia de campanha, em Portugal, só a partir da Guerra Peninsular passou a ter uma “existência regular e duradoura no nosso país”, usufruindo das lições aprendidas nos diferentes teatros de operações em que participou. O papel da artilharia foi crescente, desde a Roliça ao Buçaco e a outras intervenções em Espanha e França, onde as unidades de artilharia e os artilheiros portugueses foram alvo de inúmeros encómios. Noutras intervenções em que não foi tão imprescindível, a Artilharia funcionou também ao nível da dissuasão, como nas Linhas de Torres. Neste livro, destacou-se especialmente a sua participação na Roliça, no Vimeiro, em Amarante, no Porto, no Buçaco, nas Linhas de Torres Vedras, em Fuentes de Oñoro e em Badajoz, onde se pôde confirmar a supremacia da artilharia aliada relativamente à dos franceses, mas também o “crescimento” do papel da artilharia e a participação eficiente dos artilheiros. Apesar dos condicionalismos da geografia e do clima da Península, a Artilharia dos aliados actuou particularmente bem ao nível da campanha (superiorizando-se com frequência aos franceses), mas de um modo muito especial ao nível dos cercos e sítios de fortalezas estratégicas (como Almeida e Badajoz), operações com menos peso noutros teatros de operações.
Sinopse
A artilharia de campanha, em Portugal, só a partir da Guerra Peninsular passou a ter uma “existência regular e duradoura no nosso país”, usufruindo das lições aprendidas nos diferentes teatros de operações em que participou. O papel da artilharia foi crescente, desde a Roliça ao Buçaco e a outras intervenções em Espanha e França, onde as unidades de artilharia e os artilheiros portugueses foram alvo de inúmeros encómios. Noutras intervenções em que não foi tão imprescindível, a Artilharia funcionou também ao nível da dissuasão, como nas Linhas de Torres. Neste livro, destacou-se especialmente a sua participação na Roliça, no Vimeiro, em Amarante, no Porto, no Buçaco, nas Linhas de Torres Vedras, em Fuentes de Oñoro e em Badajoz, onde se pôde confirmar a supremacia da artilharia aliada relativamente à dos franceses, mas também o “crescimento” do papel da artilharia e a participação eficiente dos artilheiros. Apesar dos condicionalismos da geografia e do clima da Península, a Artilharia dos aliados actuou particularmente bem ao nível da campanha (superiorizando-se com frequência aos franceses), mas de um modo muito especial ao nível dos cercos e sítios de fortalezas estratégicas (como Almeida e Badajoz), operações com menos peso noutros teatros de operações.Ficha Técnica
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