"Na continuidade das duas colectâneas anteriores (""Lisboa, Arquitectura e Património"" e ""Lisboa em Obra(s)"", editadas por Livros Horizonte), José Manuel Fernandes organiza uma “memória” recente dos temas relacionados com a Arquitectura, o Património e o Urbanismo em Lisboa, entre 1997 e 2005. Este livro é constituído, sobretudo, por uma compilação de textos escritos pelo autor para o jornal ""Expresso"", textos esses com origem muitas vezes em polémicas ocorridas, quer por ameaça de destruição de edifícios (com valor histórico e arquitectónico) quer pelo aparecimento de espaços qualificados, arquitectónicos ou urbanos, em Lisboa. Numa visão geral destes sete anos que a leitura dos textos permite, realçam-se temas urbanísticos como a Expo 98, as questões da Baixa e do Chiado (e da degradação/recuperação do centro de Lisboa) e a evolução de alguns bairros da capital, do Bairro Azul a Campo de Ourique. Destacam-se também assuntos de âmbito arquitectónico, como a ameaça ou o real desaparecimento dos edifícios dos últimos cinemas (São Jorge, Olímpia, Odeon, Europa…). Há, contudo, espaço ainda para os aspectos positivos como a recuperação de edifícios “vulgares”, no quadro do prémio RECRIA, ou de arquitecturas mais luxuosas, como a do palacete Valle Flor. "
Sinopse
"Na continuidade das duas colectâneas anteriores (""Lisboa, Arquitectura e Património"" e ""Lisboa em Obra(s)"", editadas por Livros Horizonte), José Manuel Fernandes organiza uma “memória” recente dos temas relacionados com a Arquitectura, o Património e o Urbanismo em Lisboa, entre 1997 e 2005. Este livro é constituído, sobretudo, por uma compilação de textos escritos pelo autor para o jornal ""Expresso"", textos esses com origem muitas vezes em polémicas ocorridas, quer por ameaça de destruição de edifícios (com valor histórico e arquitectónico) quer pelo aparecimento de espaços qualificados, arquitectónicos ou urbanos, em Lisboa. Numa visão geral destes sete anos que a leitura dos textos permite, realçam-se temas urbanísticos como a Expo 98, as questões da Baixa e do Chiado (e da degradação/recuperação do centro de Lisboa) e a evolução de alguns bairros da capital, do Bairro Azul a Campo de Ourique. Destacam-se também assuntos de âmbito arquitectónico, como a ameaça ou o real desaparecimento dos edifícios dos últimos cinemas (São Jorge, Olímpia, Odeon, Europa…). Há, contudo, espaço ainda para os aspectos positivos como a recuperação de edifícios “vulgares”, no quadro do prémio RECRIA, ou de arquitecturas mais luxuosas, como a do palacete Valle Flor. "Ficha Técnica
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