Nuno Júdice
Poeta, ficcionista, ensaísta e académico, Nuno Júdice nasceu a 29 de Abril de 1949, na Mexilhoeira Grande (Algarve). Licenciado em Filologia Românica pela Faculdade de Letras de Lisboa, doutorou-se em Literatura Românica Comparada, na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, da Universidade Nova de Lisboa, onde é Professor Associado.
Exerce uma actividade regular de crítica e ensaística literária, quer no âmbito das actividades universitárias, quer em jornais, como o Expresso e o JL – Jornal de Letras, Artes e Ideias. Dedicou-se, em particular, aos estudos anterianos e sobre o Modernismo português, tendo participado em edições facsimiladas das revistas Portugal Futurista, Centauro e Sudoeste, editadas pela Contexto Editora.
Foi o responsável pela Língua e Cultura Portuguesa, na organização do Pavilhão Português, na Exposição de Sevilha, em 1992, bem como pela área de Literatura, na Sociedade Portugal-Frankfurt, em 1997. Exerceu as funções de Conselheiro Cultural em Paris, cargo para que foi nomeado em 1997. O seu primeiro livro de poesia foi A Noção do Poema (1972).
Publicou ainda obras como A Partilha dos Mitos (1982), A Condescendência do Ser (1988), Enumeração de Sombras (1989), Um Canto na Espessura do Tempo (1992), Meditação Sobre Ruínas (1994) e O Movimento do Mundo (1996). Escreveu os romances Plâncton (1981) e A Manta Religiosa (1982). É autor de diversos ensaios, entre os quais se destaca uma tese de doutoramento sobre literatura medieval.
Nasceu a 29 de Abril de 1949 , Mexilhoeira Grande, Algarve, Portugal
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