Luís Freitas Lobo
Nasceu em 1967, um ano depois de Eusébio ter assombrado o mundo nos relvados da Velha Albion. Para ele, mais do que cinco continentes e sete mares, o mundo é um infinito conjunto de campos de futebol com muitas casas á volta. Todos os dias pensa em futebol e fazendo-o sempre partindo da única forma que o entende ser possível conceber: a emoção, descoberta tanto nas jogadas de Pelé ou Maradona, como nos gestos dos meninos descalços nos baldios de Buenos Aires, Rio de Janeiro, Moçambique ou Bombaim. Formado em Direito, em 1993, advogado, mantém, mesmo por entre jurisprudência e doutrina, a paixão pela escrita e pelo futebol. Desde 1995, colabora regularmente com várias publicações: O Jogo, Revista Mundial, Noticias Magazine, Política Moderna, até á sagrada A Bola, a Bíblia com a qual, em menino, aprendeu a escrever lendo ilustres da pena desportiva, como Mestre Vitor Santos, cujos escritos ainda hoje continua a revisitar quando o desejo de saber aperta. Desde o primeiro olhar, aprendi a apreciar o futebol na sua vertente artística, sempre num cruzamento entre a cultura e o desporto, a arte e o futebol. Casamentos que considero essenciais para o entender dentro e para além das quatro linhas, descobrindo Sheakespeare em Bobby Charlton, Gardel em Maradona, ou Rembrandt em Cruyff. Feito com paixão, este livro trata disso. Um jogo de emoções, as quais, como uma vez li escrito num estádio argentino: <<quem não sente, não entende!.>>
Sou este autor e quero editar a minha página pública
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