Ingeborg Bachmann
Nascida em 1926, em Klagenfurt, na Áustria, Ingeborg Bachmann foi um dos maiores talentos dos nossos dias. Em 1950, doutorou-se em Filosofia com uma tese sobre o existencialismo de Heidegger. Como muitos dos escritores de língua germânica do pós-guerra, começou a sua carreira de poeta no "Grupo 47", movimento poético de vanguarda na Rública Federal Alemã, que revelaria nomes como o de Günter Grass e que dominaria as letras germânicas desde sua fundação em 1947, até sua dissolução em 1966.
Tendo trabalhado na rádio austríaca, abandonou tudo para se dedicar exclusivamente à literatura. Faleceu em 17 de Outubro de 1973, em Roma, devido a queimaduras sofridas num incêndio no seu quarto de hotel. A real causa de tal incêndio, que chegou a ser apontada como sendo um cigarro ainda aceso, permanece desconhecida.
Bachmann começou a destacar-se como poetisa após ter estudado filosofia. Em O Tempo Adiado (1953), poemas de grande conteúdo metafórico e de certo hermetismo, Bachmann faz do amor a única via de salvação para o homem perdido de saudade. O seu romance inacabado Malina (1971, adaptado para o cinema em 1990) permaneceu como o único elemento representativo de um ciclo narrativo que se intitularia Formas de Morrer. Escreveu operetas para Hans Werner Henze, bem como algumas peças radiofónicas.
Em 1964 recebeu, em reconhecimento da sua obra, o Prémio Georg-Büchner, o mais prestigiado prémio das letras alemãs. Desde 1977, realiza-se na sua cidade natal um concurso literário que recebeu o seu nome.
Nasceu a 25 de Junho de 1926 , Klagenfurt, Áustria
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