Gláucia Nogueira
Gláucia
Nogueira começou a
tomar contacto com a cultura de Cabo Verde no início da década de 1990, como
colaboradora do Novo Jornal
Cabo Verde, cobrindo atividades ligadas à comunidade cabo-verdiana
em Lisboa.
Depois de uma temporada a viver na Praia, em 1994, altura em que aprofunda o seu interesse pela produção musical cabo-verdiana, inicia as pesquisas que irão dar origem, num primeiro momento, a duas obras: O Tempo de B.Léza – Documentos e Memórias e Notícias que Fazem a História – A Música de Cabo Verde pela Imprensa ao Longo do Século XX. Mas o objetivo principal dessas pesquisas é a elaboração de Cabo Verde & a Música – Dicionário de Personagens (no prelo).
A partir de certa altura, a autora envereda pela área da Antropologia e é no âmbito de um mestrado em Património e Desenvolvimento que surge este estudo sobre o batuku enquanto elemento do património imaterial de Cabo Verde.
Depois de uma temporada a viver na Praia, em 1994, altura em que aprofunda o seu interesse pela produção musical cabo-verdiana, inicia as pesquisas que irão dar origem, num primeiro momento, a duas obras: O Tempo de B.Léza – Documentos e Memórias e Notícias que Fazem a História – A Música de Cabo Verde pela Imprensa ao Longo do Século XX. Mas o objetivo principal dessas pesquisas é a elaboração de Cabo Verde & a Música – Dicionário de Personagens (no prelo).
A partir de certa altura, a autora envereda pela área da Antropologia e é no âmbito de um mestrado em Património e Desenvolvimento que surge este estudo sobre o batuku enquanto elemento do património imaterial de Cabo Verde.
Sou este autor e quero editar a minha página pública
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