Flannery O'Connor
Flannery O’Connor é uma das mais importantes vozes da literatura americana, particularmente aclamada pela genialidade dos seus contos que combinam o cómico, trágico e brutal. É uma escritora de referência da tradição Gótica Sulista focada na decadência do Sul e nas suas gentes malditas.
Flannery O’Connor nasce em Savannah, Georgia, em 1925, filha única de um casal católico praticante. Aos doze anos de idade, quando o pai adoece gravemente, muda-se para Milledgeville, Georgia, o local de nascimento da sua mãe. O pai falece quando Flannery tem quinze anos de idade. Ainda enquanto estudante na universidade de Iowa, publica a sua primeira história, The Geranium, em 1946. Em 1947 ganha o Rinehart-Iowa Fiction Award para um primeiro romance, com Sangue sábio. No fim de 1950, o médico de família informa a mãe que Flannery está a morrer com Lupus, a mesma doença que vitimou o seu pai.
Viveu até ao fim com a mãe, na famosa propriedade, Andalusia, nos arredores de Milledgeville onde criava pavões e outras aves e dedicava-se à pintura e à escrita.
Depois de uma doença prolongada e dolorosa, falece muito cedo, aos trinta e nove anos. Deixa uma obra curta que consiste em trinta e dois contos coligidos pela própria autora em dois volumes separados, (Um bom homem é difícil de encontrar e Tudo o que sobe deve convergir), dois romances (Sangue sábio e The violent bear it away), algumas críticas, comentários e cartas.
A sua obra completa está editada pela Library of America ao lado de nomes imortais das letras americanas como os de Whitman, Melville, Hemingway, Faulkner, etc.
Foi criado o Prémio de Conto Flannery O’Connor, em homenagem à autora, que é um prémio anual atribuído a uma colecção de contos de elevada qualidade literária.
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