Eugene O'Neill
Eugene Gladstone O'Neill era filho de uma família de actores de origem irlandesa. Com o seu trabalho, contribuiu para a inovação no teatro moderno dos Estados Unidos. As suas obras, entre 1916 e 1942, reflectem um desenvolvimento estilístico do naturalismo para o realismo simbólico por meio do expressionismo. Os seus temas versavam sobre a busca supérflua da felicidade, o sentido e a relação do homem com Deus, os conflitos e os sentimentos de culpa em situações extremas.
O'Neill teve uma juventude inquieta, abandonou os estudos e procurou estabelecer-se como vendedor, marinheiro, explorador de ouro e repórter. Por volta de 1914, encontrou o que procurava: começou a estudar Arte Dramática em Harvard e entrou para um grupo de teatro experimental. Nesse período, foi representada a sua primeira peça num acto, Além do Horizonte. A este sucesso seguiram-se outros.
Diagnosticado com parkinson e neurose, reduziu drásticamente a sua vasta obra a quase nada, pouco antes de sua morte. Morreu em 27 de Novembro de 1953, num hotel em Boston, vítima de tuberculose.
Recebeu quatro vezes o Prémio Pulitzer (em 1920, 1922, 1928 e 1957) e o Prémio Nobel de Literatura em 1936. A sua principal obra é a trilogia dramática em 13 actos, Electra e os Fantasmas. Trata-se da adaptação do mito grego Electra para a Nova Inglaterra do século XIX, em que o autor transmite uma atitude crítica para com a falsa moral norte-americana. Outras das suas obras importantes são The Emperor Jones (1920), The Great God Brown (1927), Long Day's Journey Into Night (1941) e A Moon for the Misbegotten (1942).
Nasceu a 16 de Outubro de 1888 , Nova York, E.U.A.
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Página oficial do autor: http://www.eoneill.com/
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