David Byrne
Nasceu em Dumbarton, na Escócia, em 1952. Quando tinha dois anos de idade os pais mudam-se para o Canadá e, aos 8, vão para Baltimore (Maryland). No liceu conheceu Chris Frantz e Tina Weymouth. Entrou mais tarde na Rhode Island School of Design, mudando-se para Nova Iorque. Aí levou a cabo algumas representações arrojadas, que chocaram os professores, tendo sido expulso da escola.
Depois viajou pelos EUA. De regresso a Baltimore, conheceu Marc Kehoe e formaram um duo de nome Bizadi, que acabou por desaparecer.
Byrne regressa a Rhode Island e cria a banda Talking Heads com os dois amigos do liceu Chris e Tina, e posteriormente Jerry Harrison. Byrne era vocalista e guitarrista. Inicialmente representativa da new wave da lower east side de Nova Iorque, explora ritmos tradicionais, música africana, punk e o underground anglo-saxónico. O primeiro álbum, Talking Heads 77, sai no respectivo ano, e revela uma linguagem urbana que não será totalmente compreendida. David Byrne viria a escrever e compor a maior parte das músicas do grupo, tornando-se os Talking Heads um grupo mítico da história da música. Lançaram ainda álbuns como More Songs about Building and Food, Fear of Music e Remain in Light.
Em 1981, começa uma carreira a solo, mantendo paralelamente a actividade dos Talking Heads até 1991, data de separação da banda. A solo explorou os sons da música do mundo e da música europeia, tendo encontrado a simbiose perfeita entre ritmos exóticos e a música pop (de influência punk).
Álbuns como My Life in the Bush of Ghosts, The Catherine Wheel, Rei Momo e Feelings (onde tinha como convidados de tournée os Morcheeba), entre outros, marcariam eternamente o futuro da música pop dos anos 90. A sua colaboração com Ryuchi Sakamoto e Cong Su na composição da banda sonora do filme O Último Imperador, de Bertolucci, valeu-lhe a atribuição de um óscar.
Lá dizia o cantor «Se dançarem, percebem melhor as palavras.»
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