António Cabrita
António Cabrita é poeta, dramaturgo, ficcionista, guionista de cinema, ensaísta, jornalista, professor. Licenciou-se em cinema (ESTC) e foi jornalista e crítico (livros e filmes) durante vinte e muitos anos no semanário Expresso (e, antes, no JL, n’O Jornal, na Elle). Escreveu guiões para cinema, peças de teatro – além de ficção, ensaio e muita poesia. Em 1979 publicou Oblíqua Visão de um Cristal num Gomo de Laranja ou Perene o Sangue que Arrebata os Anjos Vingadores.
Parte considerável da sua obra poética está reunida em Arte Negra (Fenda, 2000). Destacam-se alguns dos seus livros publicados: Cegueira de Rios (contos. 1995), Carta de Ventos e Naufrágios (poesia, 1997 – Prémio Cesário Verde), As Cinzas de Maria Callas (ficção, 1998), Tormentas de Mandrake e de Tintin no Congo (contos, 2008), O Pastor de Ventos (infanto-juvenil, 2008), Não se Emenda a Chuva (poesia, 2010), O Branco das Sombras Chinesas (novela policial escrita em parceria com João Paulo Cotrim, 2011), A Maldição de Ondina (romance, publicado no Brasil, com grande sucesso, pela editora Letra Selvagem, 2011) e Respiro (ensaio, 2011). Criou duas editoras – Fim de Século e Edições Íman – e foi director da revista literária Construções Portuárias.
Vive desde 2005 em Moçambique – onde tem escrito, leccionado na Universidade, feito conferências, entre outras actividades (cinema, televisão, escrita, animação).
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