Antero de Quental
Antero Tarquínio de Quental nasceu em Ponta Delgada no dia 18 de Abril de 1842, Açores, e faleceu na mesma cidade, no dia 11 de Setembro de 1891. Frequentou a Universidade de Coimbra, tendo passado depois algum tempo em Paris. Viajou pelos Estados Unidos e Canadá, fixando-se em Lisboa e, mais tarde, no Porto e, alguns anos depois, por razões de saúde e a conselho do seu médico, em Vila do Conde. Sofrendo de uma doença do foro psiquiátrico, era portador de Distúrbio Bipolar, regressou em Junho de 1891 aos Açores, onde acabou por se suicidar.
Pertenceu à chamada "Geração de Setenta", grupo que pretendia renovar a mentalidade portuguesa e participou nas "Conferências do Casino". Foi amigo e correlegionário, entre outros, de Eça de Queirós e Oliveira Martins. Desenvolveu uma prolífica actividade no campo da escrita, da política e da produção de ideias. As suas obras vão da poesia à reflexão filosófica.
Dotado de uma personalidade complexa, sofreu as oscilações de um carácter rico, com expressão evidente na sua obra poética. Quental desdobrou-se numa activa participação intervencionista que se traduziu numa intensa prática crítica. O poeta filósofo acreditava que o progresso social só poderia ser uma realidade com a implantação do socialismo. A par do seu lado combativo, Antero foi um homem que, na sua ânsia de infinidade, procurou, através da filosofia, descobrir os mistérios existenciais.
Nasceu a 18 de Abril de 1842 , Ponta Delgada, Açores, Portugal
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