Alphonse Daudet

Alphonse Daudet foi um romancista, poeta e dramaturgo francês, nascido em Nîmes, Languedoc, filho de um fabricante de tecidos e comerciante. Com a falência da família, viu-se obrigado, aos 17 anos, a trabalhar como vigilante num colégio. Com a ajuda do irmão, o historiador e escritor francês Ernest Louis Marie Daudet, foi para Paris aos 18 anos, inciando a sua vida literária. O seu irmão contou, no livro Mon Frère et Moi, as aventuras dos dois em Paris.

Estreou-se com uma colectânea de versos, Les Amoureuses, em 1858 e, em 1862, publicou um volume de contos, Le Roman du Chaperon Rouge. Em Paris, tornou-se íntimo de Goncourt e Emile Zola. Ao publicar Lettres de mon moulin, em 1869, alcançou o sucesso.

Tornou-se secretário do Duque de Morny, presidente do Senado e, por problemas de saúde, viajou pela Argélia, onde se inspirou para escrever Tartarin de Tarascon, em 1872. Fez várias tentativas no teatro, mas só teve algum sucesso com L'Arlésienne, em 1872.

Foi pai do jornalista e também escritor Léon Daudet, um monarquista, nacionalista e anti-semita, que colaborou em jornais como o Le Figaro e o Le Gaulois, entre outros. Sofreu muito nos seus últimos quinze anos, morrendo em Paris, a 17 de Dezembro de 1897, vítima de uma ataxia incurável.

Nasceu a 12 de Maio de 1840 , Nîmes, França
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