Alejo Carpentier
Alejo Carpentier foi um novelista, ensaísta e músico cubano, filho de um arquitecto francês que dois anos antes se transferira para Cuba. Aos 17 anos, desiste do estudo da arquitetura para se tornar jornalista.
Em 1928, é preso por razões políticas, fugindo, com a ajuda de intelectuais franceses, para França, onde fica até 1939, quando retorna a Cuba para trabalhar na rádio. De 1945 até 1959, reside na Venezuela, regressando mais uma vez a Cuba, com a vitória da Revolução Castrista, para dirigir a Editora Nacional.
A partir de 1966 vai morar em Paris, onde exerceu cargo de adido cultural da Embaixada Cubana até 1980, quando morre em 24 de abril de 1980.
Na sua literatura, abordou a realidade americana, descobrindo a magistralidade de um continente onde o maravilhoso se podia encontrar a cada passo. Escritor universal, proporcionou uma nova linha criativa que transcende a sua narrativa, indicando novos caminhos para a literatura.
Considerado um dos criadores do Realismo Mágico, foi inspiração para Gabriel García Márquez, e muitos outros escritores latinoamericanos. Jornalista, musicólogo e crítico de arte, Carpentier permitiu uma comunicação entre o velho continente e a América em matéria de cultura.
Ganhou prémios como Melhor Livro Estrangeiro, Prémio Mundial Cino del Duca, Honororary Fellow, Prémio Miguel de Cervantes, Prémio Médicis Étranger, o mais alto reconhecimento com que França galardoa os escritores estrangeiros.
Nasceu a 26 de Dezembro de 1904 , Havana, Cuba
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