Nos suplementos culturais, da edição de Sábado do extinto e saudoso “Diário Popular” de finais da década de sessenta, princípios de setenta, podia ler-se a seguinte definição de “Cultura”— “Cultura é aquilo que resta depois de termos esquecido tudo aquilo que aprendemos.” Analogamente, “memórias” serão as imagens que ficam depois de olvidarmos, quase tudo, o que se passou. Um Cão Vadio, será pois a súmula despretensiosa e forçosamente lacunar, das pequenas histórias, que me ficaram na memória, de uma juventude fortemente atribulada e movimentada, depois de ter esquecido tudo o resto!
Sinopse
Nos suplementos culturais, da edição de Sábado do extinto e saudoso “Diário Popular” de finais da década de sessenta, princípios de setenta, podia ler-se a seguinte definição de “Cultura”— “Cultura é aquilo que resta depois de termos esquecido tudo aquilo que aprendemos.”
Analogamente, “memórias” serão as imagens que ficam depois de olvidarmos, quase tudo, o que se passou.
Um Cão Vadio, será pois a súmula despretensiosa e forçosamente lacunar, das pequenas histórias, que me ficaram na memória, de uma juventude fortemente atribulada e movimentada, depois de ter esquecido tudo o resto!
Ficha Técnica
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