Que pensa uma mulher de 60 anos enquanto os homens se matam uns aos
outros? Que a preocupa para além da crise e das guerras? Que utilidade
lhe encontram, quanto vale para certas pessoas? Que amores ainda a podem
surpreender? Que esperanças, que forças lhe restarão antes de se render
à idade? Numa época em que a beleza e a juventude se apresentam como
divindades e o dinheiro se revela - dir-se-ia - como a única religião
verdadeiramente ecuménica do Mundo, é com a singularidade do indivíduo à
margem destes padrões que a grande humanidade se identifica. Talvez
por isso, Rita Ferro teime em deixar o testemunho do seu tempo, lugar e
circunstância, partilhando com os leitores o seu Diário 2, interlocutor
das suas memórias, perplexidades e reflexões na passagem para os
sessenta.
Sinopse
Numa época em que a beleza e a juventude se apresentam como divindades e o dinheiro se revela - dir-se-ia - como a única religião verdadeiramente ecuménica do Mundo, é com a singularidade do indivíduo à margem destes padrões que a grande humanidade se identifica.
Talvez por isso, Rita Ferro teime em deixar o testemunho do seu tempo, lugar e circunstância, partilhando com os leitores o seu Diário 2, interlocutor das suas memórias, perplexidades e reflexões na passagem para os sessenta.
Ficha Técnica
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