«Nada a fazer. Nada a fazer contra este estigma que nos persegue e que as crónicas demonstram melhor do que os livros: o escritor, todo o escritor tem um valor atribuído pelos outros, variável de pessoa para pessoa. E sempre diferente do que pensa o próprio. Nada a fazer, claro, a não ser esperar. Esperar que o leitor nos perceba e se perceba melhor através de nós. Não sabemos quem, não sabemos como, nunca saberemos. Alguém qualquer dia e já não é mau».
Sinopse
«Nada a fazer. Nada a fazer contra este estigma que nos persegue e que as crónicas demonstram melhor do que os livros: o escritor, todo o escritor tem um valor atribuído pelos outros, variável de pessoa para pessoa. E sempre diferente do que pensa o próprio. Nada a fazer, claro, a não ser esperar. Esperar que o leitor nos perceba e se perceba melhor através de nós. Não sabemos quem, não sabemos como, nunca saberemos. Alguém qualquer dia e já não é mau».Ficha Técnica
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