«Esta obra pretende apenas retratar a maneira de viver dos anos 60/70, romanceada e ficcionada, e fazer o termo de comparação dessa época com as vivências dos nossos dias. Afinal passou pouco mais de uma geração e quer em termos de tecnologia quer de valores morais, tudo mudou nas mentalidades e já quase ninguém se revê na vida daquela época. Não havia televisão, telemóvel ou computador, e só alguns tinham automóvel, mas escreviam-se cartas – também de amor – (conheciam-se as pessoas pela letra) recebiam-se amigos e sobretudo havia tempo para conversar... As longas refeições em família permitiam maior relacionamento entre pais e filhos e apesar das limitações de toda a ordem, vivia-se devagar, tínhamos férias grandes, e havia tempo para tudo! Cabe-lhe a si, caro leitor, tirar as devidas conclusões.» Ana Francisca Saldanha
Sinopse
«Esta obra pretende apenas retratar a maneira de viver dos anos 60/70, romanceada e ficcionada, e fazer o termo de comparação dessa época com as vivências dos nossos dias. Afinal passou pouco mais de uma geração e quer em termos de tecnologia quer de valores morais, tudo mudou nas mentalidades e já quase ninguém se revê na vida daquela época. Não havia televisão, telemóvel ou computador, e só alguns tinham automóvel, mas escreviam-se cartas – também de amor – (conheciam-se as pessoas pela letra) recebiam-se amigos e sobretudo havia tempo para conversar... As longas refeições em família permitiam maior relacionamento entre pais e filhos e apesar das limitações de toda a ordem, vivia-se devagar, tínhamos férias grandes, e havia tempo para tudo! Cabe-lhe a si, caro leitor, tirar as devidas conclusões.» Ana Francisca Saldanha
Ficha Técnica
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