Fidalgo da Casa Real e rendeiro da dizima do carvão, João Brandão dá-nos, com este texto, um dos documentos mais importantes para o conhecimento da vida económica e social da Lisboa de meados do século XVI.Fruto de um grande amor pela cidade onde nasceu e que tanto desejava enaltecer, este texto foi elaborado também com a nobre ambição de apresentar ao Rei um sólido monumento sobre a grandeza e abastança de Lisboa.Esta obra permanece como um dos mais valiosos tesouros informativos sobre a actividade comercial e social da capital portuguesa de quinhentos, referindo com pormenor os mais variados aspectos: a diversidade e quantidade de mercadorias que se negociavam, quer de mantimentos, quer de matérias-primas necessárias à indústria, os valores em dinheiro do que se gastava em mercadorias e serviços, as profissões ou ocupações das pessoas, o número de indivíduos por profissão, o número de tendas ou lugares de comércio, as instituições religiosas ou de caridade, as instituições de administração municipais e centrais, as Casas Reais, etc.É, portanto, uma fonte inesgotável de ricas informações inéditas sobre a administração geral da cidade e um documento de consulta obrigatória e fundamental para quem pretenda conhecer a vida económica da Lisboa da época.
Sinopse
Fidalgo da Casa Real e rendeiro da dizima do carvão, João Brandão dá-nos, com este texto, um dos documentos mais importantes para o conhecimento da vida económica e social da Lisboa de meados do século XVI.Fruto de um grande amor pela cidade onde nasceu e que tanto desejava enaltecer, este texto foi elaborado também com a nobre ambição de apresentar ao Rei um sólido monumento sobre a grandeza e abastança de Lisboa.Esta obra permanece como um dos mais valiosos tesouros informativos sobre a actividade comercial e social da capital portuguesa de quinhentos, referindo com pormenor os mais variados aspectos: a diversidade e quantidade de mercadorias que se negociavam, quer de mantimentos, quer de matérias-primas necessárias à indústria, os valores em dinheiro do que se gastava em mercadorias e serviços, as profissões ou ocupações das pessoas, o número de indivíduos por profissão, o número de tendas ou lugares de comércio, as instituições religiosas ou de caridade, as instituições de administração municipais e centrais, as Casas Reais, etc.É, portanto, uma fonte inesgotável de ricas informações inéditas sobre a administração geral da cidade e um documento de consulta obrigatória e fundamental para quem pretenda conhecer a vida económica da Lisboa da época.Ficha Técnica
- Actualmente 0 estrelas
- 1
- 2
- 3
- 4
- 5
(0 comentários dos leitores)