Mário de Carvalho convoca-nos a todos. A nós e aos nossos conhecidos.
Faz humor com ilusões e desilusões, amores e desamores, graças e
desgraças. O Partido Comunista não escapa à ironia. Brilha a deslumbrante Lisboa,
mas também outros locais e endereços. Eduarda Galvão é o protótipo da
jovem jornalista. Jorge de Matos o professor cansado. Joel Strosse o
pairar da esperança enquanto há vida. Entram outros burgueses, mais tímidos, mais atrevidos, mais abertos,
mais recolhidos. O leitor reconhece-os facilmente, olhando em volta.
Políticas também há algumas, bandeiras rubras, livros nas bibliotecas,
uma revolução que entardeceu. Comparece o rio magnífico que Lisboa tem. E, já agora, que tal trocarmos umas ideias sobre o assunto?
Sinopse
O Partido Comunista não escapa à ironia. Brilha a deslumbrante Lisboa, mas também outros locais e endereços. Eduarda Galvão é o protótipo da jovem jornalista. Jorge de Matos o professor cansado. Joel Strosse o pairar da esperança enquanto há vida.
Entram outros burgueses, mais tímidos, mais atrevidos, mais abertos, mais recolhidos. O leitor reconhece-os facilmente, olhando em volta. Políticas também há algumas, bandeiras rubras, livros nas bibliotecas, uma revolução que entardeceu.
Comparece o rio magnífico que Lisboa tem. E, já agora, que tal trocarmos umas ideias sobre o assunto?
Ficha Técnica
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