Conta a lenda que um escritor árabe fora condenado à morte e ia ser
executado por ordem do rei de Tunes. Foi, no entanto, agraciado com uma
condição: escrever um livro capaz de reacender as paixões do seu
decrépito soberano.
O escritor foi poupado à morte e o livro que lhe mereceu tal graça foi O Jardim Perfumado. Esta lenda é uma das explicações para o aparecimento desta obra,
escrita, tanto quanto se sabe, pelo xeque, Umar Ibn Mohammed al-Nezaui e
em cuja data de composição os críticos ainda não acordaram: uns
colocam-na no século XVI enquanto outros apontam para principios do séc.
XV ou mesmo fins do século XIV. Esta é uma obra-prima da literatura árabe, colocada ao lado do Kama Sutra
e tida como um dos poucos e excelentes livros sobre a arte do amor. É
uma celebração das múltiplas maneiras em que homem e mulher se podem
unir no prazer físico. Um cântico à sensualidade.
Sinopse
Esta lenda é uma das explicações para o aparecimento desta obra, escrita, tanto quanto se sabe, pelo xeque, Umar Ibn Mohammed al-Nezaui e em cuja data de composição os críticos ainda não acordaram: uns colocam-na no século XVI enquanto outros apontam para principios do séc. XV ou mesmo fins do século XIV.
Esta é uma obra-prima da literatura árabe, colocada ao lado do Kama Sutra e tida como um dos poucos e excelentes livros sobre a arte do amor. É uma celebração das múltiplas maneiras em que homem e mulher se podem unir no prazer físico. Um cântico à sensualidade.
Ficha Técnica
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