Por ocasião do centenário do assassinato do Rei D. Carlos recuperamos o texto de Henrique Barrilaro Ruas, uma figura incontronável do panorama monárquico português: «A Realeza cristã tinha no Poder de Deus o seu limite e, simultaneamente, a sua fonte. Quanto mais se deixava repassar pela concepção da origem divina do Poder, mais o Rei cristão cpmpreendia que estava consagrado por Deus ao bem do Povo. (...) Para a Razão Pura, o Rei era o grande escândalo da História (...) a Realeza tem os seus dias contados. O Rei deve morrer. Antes da decisão ser tomada nalguma loja maçónica de Lisboa ou de Paris - antes de o Rei se chamar D. Carlos, já a decisão fora tomada por todo o Ideologismo contemporâneo. O Rei ia ser morto.»
Sinopse
Por ocasião do centenário do assassinato do Rei D. Carlos recuperamos o texto de Henrique Barrilaro Ruas, uma figura incontronável do panorama monárquico português: «A Realeza cristã tinha no Poder de Deus o seu limite e, simultaneamente, a sua fonte. Quanto mais se deixava repassar pela concepção da origem divina do Poder, mais o Rei cristão cpmpreendia que estava consagrado por Deus ao bem do Povo. (...) Para a Razão Pura, o Rei era o grande escândalo da História (...) a Realeza tem os seus dias contados. O Rei deve morrer. Antes da decisão ser tomada nalguma loja maçónica de Lisboa ou de Paris - antes de o Rei se chamar D. Carlos, já a decisão fora tomada por todo o Ideologismo contemporâneo. O Rei ia ser morto.»Ficha Técnica
- Actualmente 0 estrelas
- 1
- 2
- 3
- 4
- 5
(0 comentários dos leitores)