Um casal sem filhos descobre que, para dar continuidade ao seu casamento, precisa de o transformar num jogo. Imbuídos do medo e da coragem dos suicidas e dos homicidas, passam a pregar partidas um ao outro. O casamento renova-se, ganha lógica. A vida, enaltecida como teatro de horrores, ganha o interesse das roletas russas. Não há como adivinhar o que vem pela frente, nem tampouco deduzir: em comum com o xadrez, a única característica desse jogo é a possibilidade de um xeque-mate. E, ao contrário de todos os jogos, que podem ser repetidos quantas vezes os parceiros quiserem, neste, se alguém ganhar, estraga o jogo - porque matou o parceiro. Para o leitor, que acompanha os lances na expectativa de conhecer o vencedor, Medo de Sade é uma narrativa lúdica e que, a seu modo, dá prazer. Para os personagens, que se empenham obstinadamente em acreditar que viver e jogar podem ser sinónimos, Medo de Sade é um jogo de desmancha-prazeres.
Sinopse
Um casal sem filhos descobre que, para dar continuidade ao seu casamento, precisa de o transformar num jogo. Imbuídos do medo e da coragem dos suicidas e dos homicidas, passam a pregar partidas um ao outro. O casamento renova-se, ganha lógica. A vida, enaltecida como teatro de horrores, ganha o interesse das roletas russas. Não há como adivinhar o que vem pela frente, nem tampouco deduzir: em comum com o xadrez, a única característica desse jogo é a possibilidade de um xeque-mate. E, ao contrário de todos os jogos, que podem ser repetidos quantas vezes os parceiros quiserem, neste, se alguém ganhar, estraga o jogo - porque matou o parceiro. Para o leitor, que acompanha os lances na expectativa de conhecer o vencedor, Medo de Sade é uma narrativa lúdica e que, a seu modo, dá prazer. Para os personagens, que se empenham obstinadamente em acreditar que viver e jogar podem ser sinónimos, Medo de Sade é um jogo de desmancha-prazeres.Ficha Técnica
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