Enquanto a influência e a projecção de outros poetas român ticos
ingleses se faz sentir, sobretudo, no espaço cultural da anglofonia, a
figura tutelar de Lord Byron (1788-1824) cedo transpõe fronteiras e
atinge irradiação em todo o continente europeu, quer no domínio restrito
da literatura quer no campo de outras artes, como a pintura e a música.
A moda do byronismo oitocentista inspira, com efeito, poetas tão
decisivos como John Clare, E. A. Poe, Lamartine e Musset, Goethe e
Heine, Manzoni e Leopardi, Pouchkine e Lermontov e, para além disso,
fornece personagens, episódios, temas e imagens, depois reelaboradas,
por exemplo, nas telas de Delacroix e Géricault, de John Martin e Ford
Madox Brown ou nas partituras de Schumann e Tchaikovsky.
Sinopse
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