Segunda obra de ficção de Patrícia Madeira (“2001, Instantâneos de Sapo”), “Lau Mim” é um romance ao mesmo tempo sério e cómico que nos leva ao universo caótico e mutante de Laura Maria (mais conhecida por Lau), uma rapariga de «quase dezasseis anos» — como insiste em dizer — que, embora não escape à regra, recusa considerar-se uma adolescente típica.Perturbada com as mudanças no seu corpo (as maminhas que crescem anarquicamente) e as sensações novas com as quais ainda não aprendeu a lidar (a dualidade Laura-Suave e Maria-Camionista), Lau Mim não quer apaixonar-se, mas não resiste ao amor, não quer ser adulta, mas detesta que a tratem como uma criança, escolheu viver um dia de cada vez, mas não deixa de preocupar-se com a inevitabilidade da morte e a certeza de que tudo tem um fim. Uma visão fantasticamente lúcida e divertida, uma invulgar capacidade de observação do universo dos filhos de uma certa burguesia urbana, com as suas "passwords" mutantes, as suas referências anárquicas, um imaginário eroto-escatológico delirante e as novas tribos de consumos – entre a comida vegetariana e o vodka, entre o clássico charro e as últimas tendências artísticas alternativas – “Lau Mim” é, mais do que para adolescentes, uma ficção sobre a adolescência neste início do século XXI, com todos os seus confortos e desconfortos.
Sinopse
Segunda obra de ficção de Patrícia Madeira (“2001, Instantâneos de Sapo”), “Lau Mim” é um romance ao mesmo tempo sério e cómico que nos leva ao universo caótico e mutante de Laura Maria (mais conhecida por Lau), uma rapariga de «quase dezasseis anos» — como insiste em dizer — que, embora não escape à regra, recusa considerar-se uma adolescente típica.Perturbada com as mudanças no seu corpo (as maminhas que crescem anarquicamente) e as sensações novas com as quais ainda não aprendeu a lidar (a dualidade Laura-Suave e Maria-Camionista), Lau Mim não quer apaixonar-se, mas não resiste ao amor, não quer ser adulta, mas detesta que a tratem como uma criança, escolheu viver um dia de cada vez, mas não deixa de preocupar-se com a inevitabilidade da morte e a certeza de que tudo tem um fim. Uma visão fantasticamente lúcida e divertida, uma invulgar capacidade de observação do universo dos filhos de uma certa burguesia urbana, com as suas "passwords" mutantes, as suas referências anárquicas, um imaginário eroto-escatológico delirante e as novas tribos de consumos – entre a comida vegetariana e o vodka, entre o clássico charro e as últimas tendências artísticas alternativas – “Lau Mim” é, mais do que para adolescentes, uma ficção sobre a adolescência neste início do século XXI, com todos os seus confortos e desconfortos.Ficha Técnica
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