"Jakob von Gunten" é o terceiro romance de Robert Walser, o seu
preferido e o mais inovador. Foi escrito em 1909, em Berlim, três anos
depois de o autor deixar o instituto onde foi educado. O protagonista
principal do livro é o Instituto Benjamenta, onde se procurava sobretudo
incutir «paciência e obediência, duas qualidades que pouco ou nenhum
proveito prometem». Através do diário do estudante Jakob, conta-se uma
«história singularmente delicada», para usar a expressão de Walter
Benjamin. Jakob começa por tornar-se um enigma para ele próprio,
levando-nos depois através de medos, dramas e também mistérios, a um
desfile de personagens e situações que é um dos mais marcantes do século
XX, contribuindo para que Susan Sontag considerasse Robert Walser um
«escritor verdadeiramente magnífico que nos parte o coração».
Robert Walser nasceu em Biel, na Suíça, em 1878 e viveu em Berna e
Zurique, Estugarda e Berlim. Escreveu uma obra desdobrada em quinze
livros, «estranho e fascinante espelho da vida», admirada por Musil,
Kafka e Walter Benjamin. Morreu quando dava um dos seus passeios
solitários no dia de Natal de 1956, perto do manicómio de Herisau, onde
passou os últimos anos.
Sinopse
Robert Walser nasceu em Biel, na Suíça, em 1878 e viveu em Berna e Zurique, Estugarda e Berlim. Escreveu uma obra desdobrada em quinze livros, «estranho e fascinante espelho da vida», admirada por Musil, Kafka e Walter Benjamin. Morreu quando dava um dos seus passeios solitários no dia de Natal de 1956, perto do manicómio de Herisau, onde passou os últimos anos.
Ficha Técnica
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