A si, minha filha Ana Leonor, dedico este texto que escrevi durante a sua doença, recordando o modo como a viveu: em estado de graça, nunca perdendo o seu tão especial sentido de humor. Sofreu o seu calvário com imensa fé, com imensa esperança e com caridade absoluta pelos outros. Nunca perdeu o seu levantar de cabeça e a sua dignidade. Tenho tantas saudades suas, mas tenho tantas saudades suas, filha. Graças a Deus que posso dizer do fundo do meu coração: «Até logo minha filha Ana, um beijo grande da mãe».
Sinopse
A si, minha filha Ana Leonor, dedico este texto que escrevi durante a sua doença, recordando o modo como a viveu: em estado de graça, nunca perdendo o seu tão especial sentido de humor. Sofreu o seu calvário com imensa fé, com imensa esperança e com caridade absoluta pelos outros. Nunca perdeu o seu levantar de cabeça e a sua dignidade. Tenho tantas saudades suas, mas tenho tantas saudades suas, filha. Graças a Deus que posso dizer do fundo do meu coração: «Até logo minha filha Ana, um beijo grande da mãe».
Ficha Técnica
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