Esta é a incrível história de um homem que destruiu a vida de três jovens cheias de sonhos promissores, arrastando no mesmo golpe a cidade que o viu nascer para o opróbrio e a lama e dando vergonha aos seus habitantes ainda não esquecidos de um nome de um conterrâneo ilustre que meteu Portugal na lama da História durante muitos e obscuros anos. Este romance é um feroz requisitório contra os homens portugueses que tentam condicionar o destino de muitas mulheres e uma crítica severa a uma instituição arcaica, prepotente e privilegiada. Enfim, e não é a menor das coisas, oferece um inexplorado caminho de esperança dando lucidamente a mão aos defensores da natureza e do humanismo. Manuel da Silva Ramos surpreende mais uma vez e convida aqui os seus leitores a uma grande festa da imaginação e, claro, da «cidadania directa chuvosa».
Sinopse
Esta é a incrível história de um homem que destruiu a vida de três jovens cheias de sonhos promissores, arrastando no mesmo golpe a cidade que o viu nascer para o opróbrio e a lama e dando vergonha aos seus habitantes ainda não esquecidos de um nome de um conterrâneo ilustre que meteu Portugal na lama da História durante muitos e obscuros anos. Este romance é um feroz requisitório contra os homens portugueses que tentam condicionar o destino de muitas mulheres e uma crítica severa a uma instituição arcaica, prepotente e privilegiada. Enfim, e não é a menor das coisas, oferece um inexplorado caminho de esperança dando lucidamente a mão aos defensores da natureza e do humanismo. Manuel da Silva Ramos surpreende mais uma vez e convida aqui os seus leitores a uma grande festa da imaginação e, claro, da «cidadania directa chuvosa».Ficha Técnica
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