Jean Cocteau
Nascido em 1889, numa pequena vila próximo de Paris e falecido em 1963, Jean Cocteau foi um dos mais talentosos artistas do século XX e uma personalidade multifacetada da vida cultural francesa, como poeta, romancista, cineasta, músico, designer, dramaturgo, actor e encenador de teatro. Na sua obra, abordou, sucessivamente, o futurismo, o surrealismo e o cubismo. Transpôs para o romance (Thomas l'imposteur, 1923) e para o teatro (Les Parents terribles, 1938) a sua arte poética, tendo ainda ilustrado algumas das suas obras.
Cocteau realizou sete filmes, entre os quais, La Belle et la Bête (A Bela e o Monstro, 1946), protagonizado pelo notável actor Jean Marais, Orphée (1950) e Le Testament d'Orphée (1960) e colaborou, enquanto argumentista ou narrador, em mais alguns, todos ricos em simbolismos e imagens surreais. É considerado um dos mais importantes cineastas de todos os tempos.
As suas peças teatrais foram levadas aos grandes palcos, nos boulevards da época parisiense em que ele viveu e que ajudou a definir e criar. A sua abordagem versátil e nada convencional e a sua enorme produtividade trouxeram-lhe fama internacional. Homossexual, não escamoteou sua orientação sexual. Manteve estreita amizade com Jean Marais, o seu actor preferido. De entre os seus amigos, destaca-se Edith Piaf e Jean Genet.
Actuou activamente em diversos movimentos artísticos, nomeadamente o conhecido Groupe des Six e foi eleito membro da Academia Francesa em 1955.
Página oficial do autor: http://www.jeancocteau.net/
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