Vida e Morte dos Santiagos passa desde agora a ser leitura imperativa para quem segue a evolução da prosa portuguesa nos anos recentes.»Fernando Assis Pacheco (O Jornal)«Esta saga alentejana é sem dúvida o melhor dos romances do autor de O Despojo dos Insensatos.»Urbano Tavares Rodrigues (Colóquio/Letras)«Vida e Morte dos Santiagos fica-nos marco de referência nos mapas da moderna literatura portuguesa.»Fernando Dacosta (O Jornal)«Torranjo passará à História como território feudal de que se apropriou, na voragem de turbilhonantes contendas políticas, um cigano de apelido Currales, por força dos acasos do amor conhecido mais tarde, solenemente, por Custódio Santiago.»Júlio Conrado (Diário Popular)«Tomem nota, fixem o título: Vida e Morte dos Santiagos é um grande acontecimento literário.»Baptista-Bastos (Jornal de Letras)«Vida e Morte dos Santiagos mergulha no filão riquíssimo da narrativa ficcional para contar uma história, pontuada de histórias que não devem já nada à inspiração do documental ou à exaltação do ideológico, mas se situam especificamente no domínio do literário.»António Mega Ferreira (Expresso)
Sinopse
Vida e Morte dos Santiagos passa desde agora a ser leitura imperativa para quem segue a evolução da prosa portuguesa nos anos recentes.»Fernando Assis Pacheco (O Jornal)«Esta saga alentejana é sem dúvida o melhor dos romances do autor de O Despojo dos Insensatos.»Urbano Tavares Rodrigues (Colóquio/Letras)«Vida e Morte dos Santiagos fica-nos marco de referência nos mapas da moderna literatura portuguesa.»Fernando Dacosta (O Jornal)«Torranjo passará à História como território feudal de que se apropriou, na voragem de turbilhonantes contendas políticas, um cigano de apelido Currales, por força dos acasos do amor conhecido mais tarde, solenemente, por Custódio Santiago.»Júlio Conrado (Diário Popular)«Tomem nota, fixem o título: Vida e Morte dos Santiagos é um grande acontecimento literário.»Baptista-Bastos (Jornal de Letras)«Vida e Morte dos Santiagos mergulha no filão riquíssimo da narrativa ficcional para contar uma história, pontuada de histórias que não devem já nada à inspiração do documental ou à exaltação do ideológico, mas se situam especificamente no domínio do literário.»António Mega Ferreira (Expresso)Ficha Técnica
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