Como em todos os outros livros de Bruce Chatwin, também neste tudo começa com uma viagem. Acontece que esta não é uma narrativa de viagens como aquelas que tornaram o autor famoso desde que publicou «Na Patagónia». «Utz» é um romance e é também o último livro de Chatwin publicado em vida do autor. O inglês Bruce Chatwin morreu em 1989.
Estamos ainda no período da guerra fria. O Muro de Berlim ainda está de pé. «Utz» é Kaspar Joachim Utz, um judeu de Praga cuja grande obsessão é a sua coleção de porcelanas. A história é-nos contada por um investigador que nunca chega a ser nomeado e que se deslocou à então Checoslováquia - estamos nos final dos anos 60 - para recolher informações sobre o imperador Rudolfo II. Acaba no entanto por se interessar mais por Utz do que pelo monarca do século XVI. A obsessão do colecionador de porcelanas é a força motriz desta história. Ao ponto de Utz não ter sido capaz de desertar da Checoslováquia, apesar de ter tido oportunidade para isso, por causa da sua coleção. O romance começa com o funeral do colecionador. E é no fundo um romance (quase como um policial) com um mistério a esclarecer: saber o que terá acontecido às porcelanas de Kaspar Joachim Utz.
Sinopse
Como em todos os outros livros de Bruce Chatwin, também neste tudo começa com uma viagem. Acontece que esta não é uma narrativa de viagens como aquelas que tornaram o autor famoso desde que publicou «Na Patagónia». «Utz» é um romance e é também o último livro de Chatwin publicado em vida do autor. O inglês Bruce Chatwin morreu em 1989.Estamos ainda no período da guerra fria. O Muro de Berlim ainda está de pé. «Utz» é Kaspar Joachim Utz, um judeu de Praga cuja grande obsessão é a sua coleção de porcelanas. A história é-nos contada por um investigador que nunca chega a ser nomeado e que se deslocou à então Checoslováquia - estamos nos final dos anos 60 - para recolher informações sobre o imperador Rudolfo II. Acaba no entanto por se interessar mais por Utz do que pelo monarca do século XVI. A obsessão do colecionador de porcelanas é a força motriz desta história. Ao ponto de Utz não ter sido capaz de desertar da Checoslováquia, apesar de ter tido oportunidade para isso, por causa da sua coleção. O romance começa com o funeral do colecionador. E é no fundo um romance (quase como um policial) com um mistério a esclarecer: saber o que terá acontecido às porcelanas de Kaspar Joachim Utz.
Ficha Técnica
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