Era uma vez um homem dividido que às vezes escrevia peças de teatro. A folhas tantas, parou à beira de uma árvore e começou a recortar bocadinhos das peças que andara a escrever. O resultado não terá sido propriamente uma nova peça mas uma viagem- melhor dizendo: um flauteado passeio - pelas peças anteriores. E é então para esse passeio que o Teatro Independente de Loures agora nos convida. A certa altura haverá um piquenique. Não faltem!. . . E tragam um sorriso nos lábios que o Teatro é sempre uma festa. Não precisa de caras de enterro para coisa nenhuma.
Observações: Posfácios de Carlos Paniágua Fèteiro, Artur Ramos e Sebastiana Fadda. Grande Prémio de Teatro Associação Portuguesa de Escritores/Ministério da Cultura de 1997.
Sinopse
Era uma vez um homem dividido que às vezes escrevia peças de teatro. A folhas tantas, parou à beira de uma árvore e começou a recortar bocadinhos das peças que andara a escrever. O resultado não terá sido propriamente uma nova peça mas uma viagem- melhor dizendo: um flauteado passeio - pelas peças anteriores. E é então para esse passeio que o Teatro Independente de Loures agora nos convida. A certa altura haverá um piquenique. Não faltem!. . . E tragam um sorriso nos lábios que o Teatro é sempre uma festa. Não precisa de caras de enterro para coisa nenhuma.Ficha Técnica
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