Ao analisarmos os contos de Tempo de Solidão, vamos encontrar um
Manuel da Fonseca totalmente urbano, perdido no progresso rápido da
tecnologia, inserido no dia a dia da cidade e nas latitudes suburbanas ao
redor dos grandes centros. Devemos analisar com a visão da mudança
dos tempos, pois o conto “Tempo de Solidão” foi editado pela primeira
vez em 1969. Nele vamos encontrar a solidão de um casal, separado
pelo dia a dia, pelo trabalho na cidade. Os despojos do dia, os acessórios
do cotidiano, a casa no subúrbio, a creche do filho, o telefone, a
secretária, os escritórios, enfim, um mundo de transição entre o fim do
regime salazarista e das mudanças contidas pré-1974.
Sinopse
Ao analisarmos os contos de Tempo de Solidão, vamos encontrar um Manuel da Fonseca totalmente urbano, perdido no progresso rápido da tecnologia, inserido no dia a dia da cidade e nas latitudes suburbanas ao redor dos grandes centros. Devemos analisar com a visão da mudança dos tempos, pois o conto “Tempo de Solidão” foi editado pela primeira vez em 1969. Nele vamos encontrar a solidão de um casal, separado pelo dia a dia, pelo trabalho na cidade. Os despojos do dia, os acessórios do cotidiano, a casa no subúrbio, a creche do filho, o telefone, a secretária, os escritórios, enfim, um mundo de transição entre o fim do regime salazarista e das mudanças contidas pré-1974.Ficha Técnica
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