Conheça a ala conservadora radical do Partido Republicano, de onde poderá sair a adversária republicana de Barack Obama às Presidenciais do próximo ano - Michele Bachman e Sarah Palin já se posicionaram na «corrida» à Casa Branca.
Irromperam em cena no auge da Grande Recessão - eleitores indignados que se juntavam aos milhares para protestar contra os resgates financeiros e o governo tentacular. Evocando a época dos Pais Fundadores, atribuíram o nome de Tea Party. Um ano depois já tinham alterado os termos do debate em Washington, incutido ânimo nos Republicanos e levantado obstáculos à nova administração na sua capacidade de executar os seus programas. Tea Party é um livro esclarecedor de Kate Zernike sobre a realidade interna desta ala do Partido Republicano, que nos dá a conhecer um leque de activistas que noutras circunstâncias seriam improváveis e a filosofia que os anima. Zernike mostra-nos como o Tea Party emergiu, a partir de uma aliança invulgar entre jovens intelectuais conservadores, conscientes do poder da Internet, e pessoas mais velhas, preocupadas com um país que já não conseguiam reconhecer. O movimento é a mais recente manifestação de um longo historial de descontentamento dos conservadores americanos, cuja desconfiança em relação ao governo é mais antiga do que a própria nação. Contudo, as razões de queixa do Tea Party radicam no presente, como reacção à eleição do primeiro presidente negro e à extensiva intervenção do governo que se seguiu à crise económica de 2008-2009. Embora sejam mais instruídos e mais abastados do que a maioria dos americanos, os apoiantes do Tea Party revelam um profundo pessimismo em relação à economia e à direcção que segue o seu país.
Sinopse
Conheça a ala conservadora radical do Partido Republicano, de onde poderá sair a adversária republicana de Barack Obama às Presidenciais do próximo ano - Michele Bachman e Sarah Palin já se posicionaram na «corrida» à Casa Branca. Irromperam em cena no auge da Grande Recessão - eleitores indignados que se juntavam aos milhares para protestar contra os resgates financeiros e o governo tentacular. Evocando a época dos Pais Fundadores, atribuíram o nome de Tea Party. Um ano depois já tinham alterado os termos do debate em Washington, incutido ânimo nos Republicanos e levantado obstáculos à nova administração na sua capacidade de executar os seus programas. Tea Party é um livro esclarecedor de Kate Zernike sobre a realidade interna desta ala do Partido Republicano, que nos dá a conhecer um leque de activistas que noutras circunstâncias seriam improváveis e a filosofia que os anima. Zernike mostra-nos como o Tea Party emergiu, a partir de uma aliança invulgar entre jovens intelectuais conservadores, conscientes do poder da Internet, e pessoas mais velhas, preocupadas com um país que já não conseguiam reconhecer. O movimento é a mais recente manifestação de um longo historial de descontentamento dos conservadores americanos, cuja desconfiança em relação ao governo é mais antiga do que a própria nação. Contudo, as razões de queixa do Tea Party radicam no presente, como reacção à eleição do primeiro presidente negro e à extensiva intervenção do governo que se seguiu à crise económica de 2008-2009. Embora sejam mais instruídos e mais abastados do que a maioria dos americanos, os apoiantes do Tea Party revelam um profundo pessimismo em relação à economia e à direcção que segue o seu país.Ficha Técnica
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