No meu Alentejo, em paz, escrevo o que a minha inspiração quer. Sentimento inexplicável vindo da planície. Iluminado por um sol brilhante que me alimenta de palavras nos campos onde conjugo as sílabas e rimas. Componho as cores do verde da oliveira no vermelho da papoila e no amarelo do girassol. Sinto-me um português privilegiado ao ouvir o nascer do dia dos passarinhos e ao ver o pôr-do-sol, naquelas herdades porque só aqui é possível ao entardecer sentirmos as nossas raízes familiares:
Sinopse
No meu Alentejo, em paz, escrevo o que a minha inspiração quer. Sentimento inexplicável vindo da planície. Iluminado por um sol brilhante que me alimenta de palavras nos campos onde conjugo as sílabas e rimas. Componho as cores do verde da oliveira no vermelho da papoila e no amarelo do girassol. Sinto-me um português privilegiado ao ouvir o nascer do dia dos passarinhos e ao ver o pôr-do-sol, naquelas herdades porque só aqui é possível ao entardecer sentirmos as nossas raízes familiares:
“Oh, minha mãe, minha mãe
Oh, minha mãe, minha santa
Uma mãe é sempre mãe
D’ um filho que chora ou canta.”
Ficha Técnica
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