René Bertholo faz parte de uma geração de jovens artistas que nos finais da década de 5 e num contexto periférico aos centros artísticos internacionais se preparava, apesar de todos os estrangulamentos, para se afirmar ao longo dos anos 6 e seguintes. Em Portugal, é um tempo marcado por uma «implacável solidão» e «um criminoso convite à mediocridade» (S. Fonseca: 1956). A procura da possibilidade de existência através da pintura e a busca da total liberdade criadora, sem restrições ideológicas, motivaram Bertholo, tal como os companheiros que consigo partiram, a construir fora do país a sua realidade de pintor e criador.
Sinopse
René Bertholo faz parte de uma geração de jovens artistas que nos finais da década de 5 e num contexto periférico aos centros artísticos internacionais se preparava, apesar de todos os estrangulamentos, para se afirmar ao longo dos anos 6 e seguintes. Em Portugal, é um tempo marcado por uma «implacável solidão» e «um criminoso convite à mediocridade» (S. Fonseca: 1956). A procura da possibilidade de existência através da pintura e a busca da total liberdade criadora, sem restrições ideológicas, motivaram Bertholo, tal como os companheiros que consigo partiram, a construir fora do país a sua realidade de pintor e criador.Ficha Técnica
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