Há livros que repercutem vivamente na altura da sua publicação e, depois, com o tempo, podem ir ficando injustamente soterrados.Cumpre fazer com que ecoem novamente, com que de novo circulem e surpreendam. Há autores que irrompem com vigor e talento contribuindo para um novo rosto da literatura portuguesa e, depois, inflectindo predominantemente para outros rumos, podem, durante algum tempo, ficar num relativo apagamento quanto à parte mais criadora e menos circunstancial da sua obra.Talvez seja o caso de Rama, Verdadeiramente e de Artur Portela. O facto é que era urgente redescobrir, digamos assim, o belo e original romance que se chama Rama, Verdadeiramente, trazê-lo de outra vez ao convívio dos leitores e ao lugar destacado que lhe compete no panorama da literatura portuguesa contemporânea.
Sinopse
Há livros que repercutem vivamente na altura da sua publicação e, depois, com o tempo, podem ir ficando injustamente soterrados.Cumpre fazer com que ecoem novamente, com que de novo circulem e surpreendam. Há autores que irrompem com vigor e talento contribuindo para um novo rosto da literatura portuguesa e, depois, inflectindo predominantemente para outros rumos, podem, durante algum tempo, ficar num relativo apagamento quanto à parte mais criadora e menos circunstancial da sua obra.Talvez seja o caso de Rama, Verdadeiramente e de Artur Portela. O facto é que era urgente redescobrir, digamos assim, o belo e original romance que se chama Rama, Verdadeiramente, trazê-lo de outra vez ao convívio dos leitores e ao lugar destacado que lhe compete no panorama da literatura portuguesa contemporânea.Ficha Técnica
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