Quarenta Homens na Cozinha nasceu de uma conversa de fim de tarde com dois homens.Daí até ao começo da sua realização foi um pulo. Foi pegar no embrião, acarinhá-lo e dar-lhe vida - encontrar o formato, o estilo certo e o número mágico. Foi toda uma criação que apesar de não se enquadrar na minha actividade profissional como artista plástica me deu um enorme prazer realizar.Concebida a ideia, reuni a equipa de trabalho certa que deu corpo e alma à minha imaginação. Foram meses de muita luta e de muito HOMEM. Temos aqui apenas quarenta homens, mas foi com muitos mais que eu tive de contactar. Muita conversa telefónica, muitos encontros, muitas esperas, muitas risotas. Uns não sabiam cozinhar, outros eram envergonhados, alguns demasiado atarefados, outros mandaram-me para os amigos e, depois de tanto saltitar e de todas estas desculpas e recusas, sempre muito delicadas e cavalheirescas (menos uma, mas não digo de quem é), encontrei os quarenta homens, não numa caverna como diz o Francisco Hipólito Raposo, mas nas suas belas cozinhas, prontos e entusiasmados a preencherem o meu número mágico.
Sinopse
Quarenta Homens na Cozinha nasceu de uma conversa de fim de tarde com dois homens.Daí até ao começo da sua realização foi um pulo. Foi pegar no embrião, acarinhá-lo e dar-lhe vida - encontrar o formato, o estilo certo e o número mágico. Foi toda uma criação que apesar de não se enquadrar na minha actividade profissional como artista plástica me deu um enorme prazer realizar.Concebida a ideia, reuni a equipa de trabalho certa que deu corpo e alma à minha imaginação. Foram meses de muita luta e de muito HOMEM. Temos aqui apenas quarenta homens, mas foi com muitos mais que eu tive de contactar. Muita conversa telefónica, muitos encontros, muitas esperas, muitas risotas. Uns não sabiam cozinhar, outros eram envergonhados, alguns demasiado atarefados, outros mandaram-me para os amigos e, depois de tanto saltitar e de todas estas desculpas e recusas, sempre muito delicadas e cavalheirescas (menos uma, mas não digo de quem é), encontrei os quarenta homens, não numa caverna como diz o Francisco Hipólito Raposo, mas nas suas belas cozinhas, prontos e entusiasmados a preencherem o meu número mágico.Ficha Técnica
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