O melhor de Portugal pouco aparece e não abre geralmente os noticiários.Mas existe e por ele mesmo continuamos nós a existir. Apesar de tudo, mas não apesar de nós.
Porquê e Para Quê? — Pensar com esperança o Portugal de hoje reúne as principais intervenções de D. Manuel Clemente no campo plural que é o da cultura, entre 2009 e 2010. Conservam-se as referências temporais, mas não são elas a determinar a sequência. Antes, ousamos sublinhar afinidades e correspondências entre os textos, sem contudo forçar uma compartimentação. De facto, um traço maior do pensamento do actual Bispo do Porto é precisamente o contrário: ele coloca em relação passado e presente, comum e singular, religioso e profano, as verdades penúltimas que seguimos e aquelas que se desenham misteriosamente últimas. Neste tempo português carregado de incertezas, esta antologia pretende documentar a vivacidade de um pensamento rigoroso e polifónico que se abre, e nos abre, à esperança.
Nasceu em Torres Vedras a 16 de Julho de 1948. É licenciado em História e Teologia e doutorado em Teologia Histórica. Em 1975 começou a leccionar na Universidade...
Sinopse
O melhor de Portugal pouco aparece e não abre geralmente os noticiários.Mas existe e por ele mesmo continuamos nós a existir. Apesar de tudo, mas não apesar de nós.
Porquê e Para Quê? — Pensar com esperança o Portugal de hoje reúne as principais intervenções de D. Manuel Clemente no campo plural que é o da cultura, entre 2009 e 2010. Conservam-se as referências temporais, mas não são elas a determinar a sequência. Antes, ousamos sublinhar afinidades e correspondências entre os textos, sem contudo forçar uma compartimentação.
De facto, um traço maior do pensamento do actual Bispo do Porto é precisamente o contrário: ele coloca em relação passado e presente, comum e singular, religioso e profano, as verdades penúltimas que seguimos e aquelas que se desenham misteriosamente últimas.
Neste tempo português carregado de incertezas, esta antologia pretende documentar a vivacidade de um pensamento rigoroso e polifónico que se abre, e nos abre, à esperança.
Ficha Técnica
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