Memórias de um bairro lisboeta, que construído por
iniciativa estatal em 1950, numa das zonas de expansão da Lisboa da época, a do
Restelo é inserido no Plano Geral de Urbanização de Lisboa-Encosta da Ajuda
realizado em 1938-40.
Um bairro de 452 moradias unifamiliares, destinado à classe
média (funcionários do Estado, dos corpos e corporações administrativas) que
começou a ser habitado em 1952. As memórias, baseadas em testemunhos directos e em
documentos, complementadas com fotografias, nascem de vivências que se
desenvolveram ao longo de cerca de três décadas, e que se identificaram como
factores que promoveram a socialização da segunda geração do Bairro - a dos
filhos, socialização essa que ainda hoje perdura apesar de muitos já não
viverem no local.
Sem ser esse o objectivo da obra, dela se pode inferir que
aspectos como a qualidade urbanística, além de outros, influíram favoravelmente
na convivência de cerca de 3600 pessoas que viveram no Bairro do Restelo.
A obra integra um inventário, embora incompleto, das
famílias originais que concorreram ao Bairro.
O livro apresenta ilustrações (aguarelas e desenhos) de três
artistas: Paulo Ossião, que assina também a capa, e Eduardo Salavisa, ambos do
Bairro, e ainda Filipe Leal de Faria.
Sinopse
Memórias de um bairro lisboeta, que construído por iniciativa estatal em 1950, numa das zonas de expansão da Lisboa da época, a do Restelo é inserido no Plano Geral de Urbanização de Lisboa-Encosta da Ajuda realizado em 1938-40.Ficha Técnica
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