O inferno situa-se em plena selva de Mindanao. É com este terrível cenário que Belisa García se depara, quando chega para dirigir a mina. Esta jovem, com apenas vinte anos, vem determinada a cumprir uma missão, que constitui também o seu máximo objectivo: triplicar o rendimento da mina de ouro. As condições desumanas, em que vivem os trinta mil mineiros, representam o maior obstáculo ao cumprimento dos propósitos de Belisa, que terá ainda de enfrentar os dirigentes institucionalizados na cidade mineira de Davao. Belisa impõe as suas ideias inovadoras – completamente disparatadas, aos olhos dos, até então, mandantes – e consegue melhorar, em larga escala, as condições de vida em Davao, que passa a contar com um hospital, uma rede de esgotos, um parque de diversões e uma igreja. Nada nem ninguém, assim parece, se lhe consegue opor. Os mineiros, que para ela escavam ouro na montanha Diwata, certamente que não; nem o Estado Filipino, que teria a maior satisfação em nacionalizar essas minas. Uma só pessoa lhe faz frente: o médico alemão, Dr. Peter Falke, que dirige o hospital da cidade. O único a merecer o respeito e até mesmo a admiração dela.
Sinopse
O inferno situa-se em plena selva de Mindanao. É com este terrível cenário que Belisa García se depara, quando chega para dirigir a mina. Esta jovem, com apenas vinte anos, vem determinada a cumprir uma missão, que constitui também o seu máximo objectivo: triplicar o rendimento da mina de ouro. As condições desumanas, em que vivem os trinta mil mineiros, representam o maior obstáculo ao cumprimento dos propósitos de Belisa, que terá ainda de enfrentar os dirigentes institucionalizados na cidade mineira de Davao. Belisa impõe as suas ideias inovadoras – completamente disparatadas, aos olhos dos, até então, mandantes – e consegue melhorar, em larga escala, as condições de vida em Davao, que passa a contar com um hospital, uma rede de esgotos, um parque de diversões e uma igreja. Nada nem ninguém, assim parece, se lhe consegue opor. Os mineiros, que para ela escavam ouro na montanha Diwata, certamente que não; nem o Estado Filipino, que teria a maior satisfação em nacionalizar essas minas. Uma só pessoa lhe faz frente: o médico alemão, Dr. Peter Falke, que dirige o hospital da cidade. O único a merecer o respeito e até mesmo a admiração dela.Ficha Técnica
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