Neste livro autobiográfico, Beverly Donofrio retrata um mundo de bebés a ter mais bebés e de crianças a criar crianças. Numa pacata cidade do Estado de Conneticut, em plenos anos 60, Bev vive uma adolescência tempestuosa e rebelde, sempre em conflito com a família de origem italiana, sobretudo com o pai, um homem rigoroso e polícia de profissão. A escola não apresentava nenhum interesse, isso não era testar os limites. O que Bev gostava de fazer era tudo o que não devia: escolhia sempre a companhia de marginais, fugia das aulas, fumava, bebia, tomava drogas e andava de carro com os rebeldes. Com apenas 15 anos tornou-se promíscua, inconsequente e o resultado foi uma gravidez indesejada… O inesperado acontecimento marca o início de todos os seus problemas. Antes de completar 17 anos, antes ainda da formatura do liceu, Bev já estava casada e já era mãe. Uma mãe em crescimento que tinha que cuidar do seu filho, da criança que era o marido, um dos marginais inconsequentes cada vez mais viciado em drogas com quem partilhara o banco traseiro de um carro, e ela própria, uma adolescente ainda sem visão, sem perspectivas, sem ambições, sem futuro. Depois de desfeito o casamento – de curta duração - viveu durante 8 anos da pensão dada pela Segurança Social. Ninguém disse que ser mãe era uma tarefa fácil, mas no caso de Beverly Ann o caso tornou-se ainda mais complicado devido a uma sociedade pronta para marginalizar e julgar jovens mães solteiras e a uma família que mais facilmente critica do que apoia. Beverly ganha consciência, sem nunca pôr em causa o amor que sente pelo filho, de que se ele pode ser uma âncora que a arrasta cada vez mais para o fundo, também pode ser a motivação, o estímulo que precisava para crescer juntamente com ele. Jason é agora um desafio que contribui para Beverly compreender a vida, descobrir os seus objectivos e concretizá-los. Narrado na primeira pessoa, «Os Rapazes da Minha Vida» viaja 20 anos no tempo, do presente para o passado e vice-versa entre a adolescente cheia de irreverência que um dia foi, a jornalista formada com distinção pela Universidade de Wesleyan e a escritora de sucesso em que um dia se tornou. Num tom realista e espirituoso, que não trai a profunda autenticidade da narrativa, Beverly Donofrio conta-nos uma história improvável mas real, simultaneamente pungente e divertida, de uma mulher extraordinária mas cheia de imperfeições, dos obstáculos que ela defronta e da sua persistência e coragem em ultrapassá-los.
Sinopse
Neste livro autobiográfico, Beverly Donofrio retrata um mundo de bebés a ter mais bebés e de crianças a criar crianças. Numa pacata cidade do Estado de Conneticut, em plenos anos 60, Bev vive uma adolescência tempestuosa e rebelde, sempre em conflito com a família de origem italiana, sobretudo com o pai, um homem rigoroso e polícia de profissão. A escola não apresentava nenhum interesse, isso não era testar os limites. O que Bev gostava de fazer era tudo o que não devia: escolhia sempre a companhia de marginais, fugia das aulas, fumava, bebia, tomava drogas e andava de carro com os rebeldes. Com apenas 15 anos tornou-se promíscua, inconsequente e o resultado foi uma gravidez indesejada… O inesperado acontecimento marca o início de todos os seus problemas. Antes de completar 17 anos, antes ainda da formatura do liceu, Bev já estava casada e já era mãe. Uma mãe em crescimento que tinha que cuidar do seu filho, da criança que era o marido, um dos marginais inconsequentes cada vez mais viciado em drogas com quem partilhara o banco traseiro de um carro, e ela própria, uma adolescente ainda sem visão, sem perspectivas, sem ambições, sem futuro. Depois de desfeito o casamento – de curta duração - viveu durante 8 anos da pensão dada pela Segurança Social. Ninguém disse que ser mãe era uma tarefa fácil, mas no caso de Beverly Ann o caso tornou-se ainda mais complicado devido a uma sociedade pronta para marginalizar e julgar jovens mães solteiras e a uma família que mais facilmente critica do que apoia. Beverly ganha consciência, sem nunca pôr em causa o amor que sente pelo filho, de que se ele pode ser uma âncora que a arrasta cada vez mais para o fundo, também pode ser a motivação, o estímulo que precisava para crescer juntamente com ele. Jason é agora um desafio que contribui para Beverly compreender a vida, descobrir os seus objectivos e concretizá-los. Narrado na primeira pessoa, «Os Rapazes da Minha Vida» viaja 20 anos no tempo, do presente para o passado e vice-versa entre a adolescente cheia de irreverência que um dia foi, a jornalista formada com distinção pela Universidade de Wesleyan e a escritora de sucesso em que um dia se tornou. Num tom realista e espirituoso, que não trai a profunda autenticidade da narrativa, Beverly Donofrio conta-nos uma história improvável mas real, simultaneamente pungente e divertida, de uma mulher extraordinária mas cheia de imperfeições, dos obstáculos que ela defronta e da sua persistência e coragem em ultrapassá-los.Ficha Técnica
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