O volume Os Portais do Mistério da Segunda Virtude é porventura o
mais assombroso poema sobre a esperança de toda a literatura
contemporânea… O teólogo von Balthasar haveria de colocar [o seu autor]
entre os génios religiosos que celebram a glória de Deus, ao lado de
Santo Agostinho, de Dante, de Pascal ou de Hopkins. Com palavras como
estas: "Péguy é indivisível, ele mantém-se dentro e fora da Igreja, ele é
a Igreja in partibus infidelium, lá onde a Igreja deve estar... lá onde
mundo e Igreja, mundo e Graça se encontram e se interpenetram, até ao
ponto em que se torna impossível distingui-los. (...) O realismo bíblico
e a integridade de pensamento conferem a Péguy uma clarividência sem
costuras, para olhar o mundo exatamente como ele é: grande e miserável"»
(José Tolentino Mendonça).
Sinopse
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