"Isso era assim, há cinco ou seis semanas. Hoje, à hora em que escrevo, Alexandria é apenas um imenso montão de ruínas.Do bairro europeu, da famosa Praça dos Cônsules, dos hotéis, dos bancos, dos escritórios das companhias, dos cafés-lupanares resta apenas um confuso entulho sobre o solo, e aqui e além uma parede enegrecida que se vai aluindo.Pela quarta vez na história, Alexandria deixou de existir".Eça de QueirozNota da EditoraAo ler o presente texto o leitor encontrará as razões da sua reedição neste preciso momento, mais de cem anos depois de o autor o ter escrito.Publicado pela primeira vez na Gazeta de Notícias, do Rio de Janeiro, entre 27 de Setembro e 24 de Outubro de 1882, em pleno século XIX, Os Ingleses no Egipto é hoje, dobrado já o cabo do terceiro milénio, de uma actualidade que nos deixa estupefactos. O leitor pode mesmo divertir-se a procurar as semelhanças e diferenças. Verá que vale a pena o esforço.A presente edição segue o texto da Edição Crítica das Obras de Eça de Queirós, Textos de Imprensa IV, edição de Elza Miné e Neuma Cavalcante, Imprensa Nacional-Casa da Moeda, Lisboa, 2002.
Sinopse
"Isso era assim, há cinco ou seis semanas. Hoje, à hora em que escrevo, Alexandria é apenas um imenso montão de ruínas.Do bairro europeu, da famosa Praça dos Cônsules, dos hotéis, dos bancos, dos escritórios das companhias, dos cafés-lupanares resta apenas um confuso entulho sobre o solo, e aqui e além uma parede enegrecida que se vai aluindo.Pela quarta vez na história, Alexandria deixou de existir".Eça de QueirozNota da EditoraAo ler o presente texto o leitor encontrará as razões da sua reedição neste preciso momento, mais de cem anos depois de o autor o ter escrito.Publicado pela primeira vez na Gazeta de Notícias, do Rio de Janeiro, entre 27 de Setembro e 24 de Outubro de 1882, em pleno século XIX, Os Ingleses no Egipto é hoje, dobrado já o cabo do terceiro milénio, de uma actualidade que nos deixa estupefactos. O leitor pode mesmo divertir-se a procurar as semelhanças e diferenças. Verá que vale a pena o esforço.A presente edição segue o texto da Edição Crítica das Obras de Eça de Queirós, Textos de Imprensa IV, edição de Elza Miné e Neuma Cavalcante, Imprensa Nacional-Casa da Moeda, Lisboa, 2002.Ficha Técnica
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