As odes de Ricardo Reis projetam, à luz dos clássicos gregos e latinos
(sobretudo Horácio), o Sensacionismo aprendido com o verso livre de
Alberto Caeiro. Embora sejam diametralmente opostos em termos formais, o
discípulo segue de modo claro e inequívoco a lição do mestre. Cada ode
sua é uma preciosa construção sintática que convoca para o palco da
poesia os deuses que animam (segundo a sua visão de classicista) toda a
natureza ao nosso redor. Incluem-se aqui as suas odes publicadas, as
vinte do Livro Primeiro publicado na revista Athena, em 1924, as oito publicadas na presença e ainda uma seleção das suas outras odes.
Sinopse
Ficha Técnica
- Actualmente 0 estrelas
- 1
- 2
- 3
- 4
- 5
(0 comentários dos leitores)