G. M. Camargo, o todo-poderoso director de um jornal de Buenos Aires, fica obcecado por Reina Remis, uma jornalista de talento que tem metade da sua idade. A sua arrogância, contudo, impede-o de ver que os sentimentos alheios não estão sob o seu domínio e essa cegueira submerge-o numa avassaladora história de amor de que sairá transfigurado.A partir desta intriga clássica, Tomás Eloy Martínez constrói um romance irresistível sobre o desejo, o poder e a identidade, que pode ser lido como metáfora de uma Argentina destroçada pelos implacáveis mecanismos da corrupção. O júri, presidido por Jorge Semprún, que concedeu a O Voo da Rainha, em 22, o Prémio Alfaguara de Romance, destacou a extraordinária descrição dos mecanismos do poder político e, ao mesmo tempo, dos mistérios da obsessão sentimental e erótica, que podem ser interpretados como uma parábola sobre a realidade social em que transcorre a acção.
Sinopse
G. M. Camargo, o todo-poderoso director de um jornal de Buenos Aires, fica obcecado por Reina Remis, uma jornalista de talento que tem metade da sua idade. A sua arrogância, contudo, impede-o de ver que os sentimentos alheios não estão sob o seu domínio e essa cegueira submerge-o numa avassaladora história de amor de que sairá transfigurado.A partir desta intriga clássica, Tomás Eloy Martínez constrói um romance irresistível sobre o desejo, o poder e a identidade, que pode ser lido como metáfora de uma Argentina destroçada pelos implacáveis mecanismos da corrupção. O júri, presidido por Jorge Semprún, que concedeu a O Voo da Rainha, em 22, o Prémio Alfaguara de Romance, destacou a extraordinária descrição dos mecanismos do poder político e, ao mesmo tempo, dos mistérios da obsessão sentimental e erótica, que podem ser interpretados como uma parábola sobre a realidade social em que transcorre a acção.Ficha Técnica
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