O Mapa de Portugal trata das pessoas, das instituições e das políticas que deram ao Portugal contemporâneo a sua forma definitiva, em mapa. A história que aqui se narra recua a 1788, com a decisão de levantar a carta geral do reino com o apoio de redes geodésicas e termina em 1910, em plena publicação da Nova Carta Chorographica. O que sucedeu, entretanto? Vários fios ajudam a desenrolar a meada, da vontade reformadora de D. Rodrigo de Sousa Coutinho à funda crise dos governos João Franco, do assomar do cadastro no horizonte das reformas políticas durante o Cabralismo à ligação umbilical entre a Carta Chorographica e a política do Fontismo, da participação portuguesa na Conferência Geodésica Internacional à “guerra aberta” entre militares e civis pelo controlo da engenharia. Esta obra procura clarificar a existência, entre 1788 e 1910, de duas políticas cartográficas distintas: a da Carta Topographica associada ao cadastro parcelar, até ao golpe Regenerador, e a resultante da reformulação desencadeada pela criação da contribuição predial de repartição, em 1852. Desde esse momento, levantaram-se as Cartas Chorographica, Geographica e Topographica de Lisboa, concluíram-se as redes geodésicas de primeira ordem e secundárias, e a Rede Geodésica Fundamental. São protagonistas desta história cientistas e engenheiros notáveis, como Francisco António Ciera, Pedro Folque, Filipe Folque, Arbués Moreira, Brito Limpo, Francisco Maria Pereira da Silva e o Marquês de Ávila e Bolama.
Sinopse
O Mapa de Portugal trata das pessoas, das instituições e das políticas que deram ao Portugal contemporâneo a sua forma definitiva, em mapa. A história que aqui se narra recua a 1788, com a decisão de levantar a carta geral do reino com o apoio de redes geodésicas e termina em 1910, em plena publicação da Nova Carta Chorographica. O que sucedeu, entretanto? Vários fios ajudam a desenrolar a meada, da vontade reformadora de D. Rodrigo de Sousa Coutinho à funda crise dos governos João Franco, do assomar do cadastro no horizonte das reformas políticas durante o Cabralismo à ligação umbilical entre a Carta Chorographica e a política do Fontismo, da participação portuguesa na Conferência Geodésica Internacional à “guerra aberta” entre militares e civis pelo controlo da engenharia. Esta obra procura clarificar a existência, entre 1788 e 1910, de duas políticas cartográficas distintas: a da Carta Topographica associada ao cadastro parcelar, até ao golpe Regenerador, e a resultante da reformulação desencadeada pela criação da contribuição predial de repartição, em 1852. Desde esse momento, levantaram-se as Cartas Chorographica, Geographica e Topographica de Lisboa, concluíram-se as redes geodésicas de primeira ordem e secundárias, e a Rede Geodésica Fundamental. São protagonistas desta história cientistas e engenheiros notáveis, como Francisco António Ciera, Pedro Folque, Filipe Folque, Arbués Moreira, Brito Limpo, Francisco Maria Pereira da Silva e o Marquês de Ávila e Bolama.Ficha Técnica
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