"Na Casa-Cor-de-Rosa vivem Silvestre, ""o homem que sabia a mar"" e os seus filhos, Rebeca e o pintor Libelinha, adoptado. Silvestre é viúvo de Maria do Céu, que o mar levou (o mar que lhe trouxera a ele primeiro o negócio das traineiras, depois o das conservas), mas Silvestre continua a amar a mulher morta, que traz na cabeça, e por isso a sua alma sabe a sal.Este novo romance de Armando Silva Carvalho, de um realismo mágico e ritmo cinematográfico vertiginoso, é uma espécie de jogo, ou puzzle, onde desfilam os mais variados personagens, inconformados com esta época em que vivemos, e que parece não ter cura. Primeiro estranha-se e depois entranha-se. ""Armando Silva Carvalho sabe que o mundo não tem cura, talvez por isso use de um certo hiper-realismo mágico na condução do romance deste mundo e do outro. Não será este, afinal, o centro do texto esboçado na solidez da escrita entre o sublime e o grotesco no desenvolvimento cíclico da existência, na qual nada se distingue a não ser o provisório?""Ana Marques Gastão, Diário de Notícias "
Sinopse
"Na Casa-Cor-de-Rosa vivem Silvestre, ""o homem que sabia a mar"" e os seus filhos, Rebeca e o pintor Libelinha, adoptado. Silvestre é viúvo de Maria do Céu, que o mar levou (o mar que lhe trouxera a ele primeiro o negócio das traineiras, depois o das conservas), mas Silvestre continua a amar a mulher morta, que traz na cabeça, e por isso a sua alma sabe a sal.Este novo romance de Armando Silva Carvalho, de um realismo mágico e ritmo cinematográfico vertiginoso, é uma espécie de jogo, ou puzzle, onde desfilam os mais variados personagens, inconformados com esta época em que vivemos, e que parece não ter cura. Primeiro estranha-se e depois entranha-se. ""Armando Silva Carvalho sabe que o mundo não tem cura, talvez por isso use de um certo hiper-realismo mágico na condução do romance deste mundo e do outro. Não será este, afinal, o centro do texto esboçado na solidez da escrita entre o sublime e o grotesco no desenvolvimento cíclico da existência, na qual nada se distingue a não ser o provisório?""Ana Marques Gastão, Diário de Notícias "Ficha Técnica
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