Eis um ensaio invulgar sobre uma mulher-escritora invulgar.«Maria Gabriela Llansol não é uma singularidade vã. Nem póstuma se pensa.A arquitectura floral desta escrita, esta estética maravilhante, levanta muita cinza em volta.Segue-a porém, de longe, uma comunidade de legentes que lidam com a palavra como um vivo e que, como ela, recusam o "assim é" da história e demandam ainda, teimosamente, um espaço edénico, sem uma qualquer teologia do mundo no bolso.A dificuldade de entrar neste mundo é óbvia. É difícil seguir esta textualidade porque nos obriga a acompanhá-la "fora da luz comum": a leitura aqui obedece a uma outra luz:"luar libidinal", "sexo de ler"?»
Sinopse
Eis um ensaio invulgar sobre uma mulher-escritora invulgar.«Maria Gabriela Llansol não é uma singularidade vã. Nem póstuma se pensa.A arquitectura floral desta escrita, esta estética maravilhante, levanta muita cinza em volta.Segue-a porém, de longe, uma comunidade de legentes que lidam com a palavra como um vivo e que, como ela, recusam o "assim é" da história e demandam ainda, teimosamente, um espaço edénico, sem uma qualquer teologia do mundo no bolso.A dificuldade de entrar neste mundo é óbvia. É difícil seguir esta textualidade porque nos obriga a acompanhá-la "fora da luz comum": a leitura aqui obedece a uma outra luz:"luar libidinal", "sexo de ler"?»Ficha Técnica
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