Cuba, anos 70. Um engenho de açúcar. Milhares de jovens recrutados à força trabalham nas plantações de cana, base económica de Cuba enquanto a União Soviética garantiu o escoamento da produção. Em condições miseráveis e absolutamente infames, são obrigados a atingir as elevadas quotas de produção decretadas pelo Grande Ditador. O Engenho constitui a primeira parte da trilogia Leprosorio e nela Reinaldo Arenas (1943-1990), poeta e romancista dissidente, expulso de Cuba e condenado ao exílio em 1980, remonta à época dos descobrimentos para narrar a sua experiência nas UMAP, Unidades Militares de Ajuda à Produção, na realidade campos de trabalho forçado para onde eram enviados muitos dos indesejados da sociedade, entre os quais os homossexuais.
Sinopse
Cuba, anos 70. Um engenho de açúcar. Milhares de jovens recrutados à força trabalham nas plantações de cana, base económica de Cuba enquanto a União Soviética garantiu o escoamento da produção. Em condições miseráveis e absolutamente infames, são obrigados a atingir as elevadas quotas de produção decretadas pelo Grande Ditador. O Engenho constitui a primeira parte da trilogia Leprosorio e nela Reinaldo Arenas (1943-1990), poeta e romancista dissidente, expulso de Cuba e condenado ao exílio em 1980, remonta à época dos descobrimentos para narrar a sua experiência nas UMAP, Unidades Militares de Ajuda à Produção, na realidade campos de trabalho forçado para onde eram enviados muitos dos indesejados da sociedade, entre os quais os homossexuais.Ficha Técnica
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